CRISTÃOS E JUDEUS | |
Sempre a direitoBárbara JustO estar em caminho é o que o padre Stefan Dartmann está acostumado. Como provincial da província jesuítica alemã que se estende até a Escandinávia, ir muito a viajar pertence ao seu negócio diário. Mas as experiências que o de 50anos de idade recentemente fez em Berlim eram algo completamente diferente. Quando conta disso no seu escritório de Munique, o religioso faísca só de vivacidade. Pois o padre absolveu os seus exercícios anuais no espírito do fundador da ordem Inácio de Loyola na rua, dirigindo-se nisso à procura por Deus. Junto com cinco homens e quatro mulheres, Dartmann alojou-se para uma semana na paróquia Sankt Michael no bairro de Kreuzberg. Os participantes dos exercícios dormiam no subterrâneo em dois acampamentos de colchões, cozinhavam e oravam juntos; cada noite refletiam o experimentado. Cada participante procurava o assunto da sua meditação ele mesmo, o padre explicou. Como Berlim lhe sempre ocorria como agressiva, interessei-me no primeiro dia pelas grafites na casas. Nisso, a dilaceração da cidade chegaria a ser clara da melhor maneira. Paredes limpas = alugueis mais altos, estava para ler numa parede de casa, mas também: Deus no cu!, alma perdida ou a preocupação Será que vou encontrar uma vez amor? Mas não somente os borrifadores chamaram atenção para si. O filme mais novo de Harry-Potter está sendo propagado: A rebelião começa. Isso também pensou possivelmente o provincial quando, vestido de camisa T e calça de esporte abalou ao monte de Prenzlau. Como pergunta se preparou: Procuro Deus, em que direção você me enviaria, para que o encontro e por que? Ai, meu Deus! Quem perguntar assim, não deverá estar regulando bem. Um de 60 anos somente olhou ao procurante severamente e achou: Para casa e rezar. Com uma irlandesa que estava puxando um carrinho de criança diante de si, o diálogo seguinte se desenvolveu: Vai aí à igreja! Mas ela está fechada. Então o deve saber mesmo. Uma moça de 15 anos achou com convicção: Para lá. Ali o sol brilha. Muitos dos entrevistados somente gemeram: Ai, meu Deus!, fazendo um movimento rápido diante a testa. Quem perguntar assim, precisa estar não regulando bem. Dois trabalhadores de construção africanos, ao contrário, pararam de comer o seu pão de pausa e disseram: Sempre a direito. Já estás na direção certa, se não fizestes algo mal. De um dia a outro, Dartmann chegou a ser mais corajoso. Um dia notou bem o conselho de não mais levar dinheiro consigo. Quando passou por uma cozinha de sopa, começou cautelosamente perguntando primeiro pela organização. Queres comer? a resposta voltou. Então te senta aí. Durante a refeição, Dartmann só pensava: Espero que ninguém passe que me conhece. Mas quem ele é, ninguém quis saber dele. Então veio o ponto quando o provincial lutou consigo. Deveria ousar a visitar um estabelecimento católico, na qual muitas vezes entrava com colar de sacerdote e cruz no revés? Fez isso, tocou a campainha e perguntou cortesamente: Sou um peregrino de cidade. Vocês têm um pouco de pão e água para mim? Do aparelho de falar soou somente: Não, creio que não. Texto alemão: http://www.kirchenzeitung-aachen.de
Immer geradeaus > 62. Jahrgang Nr. 33, Seite 8f |