Batismo e Discórdia
Lucas 12,49-53
Jesus
Vim jogar fogo na terra, e que quero senão que já acenda. Tenho de ser batizado por batismo, e
como me reterei até que for realizado.
Pensais que vim para dar paz na terra? Não, vos digo, mas divisão! Estarão a partir de agora
cinco em uma única casa sendo divididos, três contra dois e dois contra três estarão divididos,
pai contra filho e o filho contra pai, mãe contra filha e filha contra a mãe, sogra contra a sua
nora e nora contra a sogra.
Discórdia por causa do batismo
Roland Juchem
É que não estás regulando bem. Porque precisamente à igreja?André Werner (20) passou
algumas tardes de discussões em parte veementes com os seus parentes. Nisso o nascido
wittenbergense pode os seus parentes, os quais ambos não são batizados, até entender em parte.
Eles não têm nem nada contra a fé cristã em si, a qual mal conhecem, disse. Mas, mesmo
assim, reservas contra a Igreja: intrigas fraudulentas, intrigas no Vaticano e outras imaginações
de clichê. A avó batizada evangelicamente, todavia, quis simples e sobriamente saber por que o seu
neto se quis deixar batizar na noite de páscoa de 2006 incondicionalmente.
Na escola real, André Werner tinha ensino de ética; desse, nasceram interesse filosófico em
Deus e curiosidade juvenil: O que é que aqueles propriamente estão fazendo na igreja? Quando
então, em abril de 2005, viu e leu a reportagem sobre a morte do papa João Paulo II, o homem jovem
quis saber mais exatamente: O que significa fé? De interesse filosófico chegou a ser um
existencial. O então a ser formado a comerciante de comércio retalho, veio à oração de
completas na igreja de cidade de Wittenberg, conversou frequentemente com a pastora Anika Scheineman
sobre Deus antes de tudo, mas também sobre o seu mundo. Evangélico, católico? Isso me era
ainda tanto faz, Werner diz olhando para trás.
Procura de internet e não pressão de fora
Através de internet procurou comunidades, encontra a oferta dum catecumenato no pároco
católico Gerhard Nachtwei em Dessau e tinha ali a primeira conversa de tomar de faro. Werner
o sentia agradável que ninguém o empuxasse à Cristandade ou à Igreja. Podia contemplar isso
em calma. Finalmente, decidiu-se para a Igreja Católica; ela lhe parecia mais adequada. A
reação de alguns dos seus amigos, aos quais contou dos seus planos: Então, se achas
.
Werner o mitcomeçou até a muito sério. Depois do batismo na noite de páscoa de 2006, iniciou,
nos meados do setembro do ano passado, nos franciscanos em Berlim-Pankow, até um tempo de prova de
um ano para a ordem, um postulado.
Com os seus parentes, André Werner telefonava mais ou menos uma vez por semana. A decisão para
mosteiro não mais teria reforçada a conversa, disse. Entrementes se teriam conformado com isso:
Se estares passando bem, estaremos passando bem.
Haverá discórdia, Jesus profetizou, a mãe contra filha e a filha contra a mãe.
Sabine Zarden experimentou isso. Mas, ao contrário a André Werner, tinha discussão com a família
porque não se deixou batizar em todo caso: não por enquanto. E, quando chegou a estar, ela se
decidiu para a confissão errada. Zarden (38) vive e trabalha em Leipzig, mas origina de Wegberg
perto de Mönchengladbach.
Porque a sua mãe evangélica-reformada não aceitou um batismo católico, a avô católica, por
sua vez, nenhuma evangélica, os pais decidiram: Então as crianças decidam mais tarde elas mesmas.
Como a minha mãe carregou a parte principal da educação, esperava poder preparar a nossa
decisão no sentido dela, Zarden disse. Nisso, considera a decisão dos seus pais com reta em
princípio.
Sem o batismo não vais entrar no céu
Assim a moça, como não-batizada única, numa escola primária na Renânia. A ameaça duma
camarada de classe de que não-batizada não iria entrar no céu, Sabine replicou: Se tu fores
ali, eu não quero ir lá de jeito nenhum. Entrementes, a sua mãe na discussão com a sogra
desenvolveu uma imagem cultivada de inimigo sobre os católicos. Tinha a impressão que
alguma coisa, que estava entre a minha mãe e a minha avó, foi levada ao nível religioso,
Zarden resumiu.
Quando, em 1984, a confirmação estava em dia, Sabine e a sua irmã eram para serem também
batizadas. Mas a instrução de confirmação não convenceu Sabine. Então: batismo nenhum. O
escândalo era perfeito. O que as pessoas devem pensar? A mãe perguntou, ameaçando finalmente de
deixar estourar os presentes esperados. Não é que me deixo comprar, a filha protestou,
vendo-se afirmada nas suas decisões.
Durante o estudo em Bona, conheceu um católico, com o qual foi ocasionalmente à missa. Ali era
não tão horrível como esperado primeiro. Alguns anos depois, durante um referendariado não
longe de Munique, a jovem mulher se confessava devagar a sua simpatia brotante pela Igreja
Católica.
Depois do batismo um ataque de cólera no telefone aconteceu
Depois de que Zarden assumiu um emprego novo em Saxônia, a sua amizade se perdeu. No ambiente
novo, antes a-eclesial, as visitas de serviço religioso não se realizavam. Mas, com o tempo,
sentia: A mim alguma coisa está realmente faltando. Quando, mais tarde, participou mais uma
vez duma missa, chegou-lhe o sentimento de chegar em casa depois duma migração longa. Logo
depois perguntou a um jesuíta ali: A quem me devo dirigir, quando quero ser batizada?
A notícia do batismo no Pentecostes de 2004, provocou um ataque de cólera na sua mãe, no
qual, em 18 minutos de no telefone recebi a ouvir outra vez tudo aquilo que já foi dito em 18 anos
antes. Mas entrementes a mãe se acalmou, achando o batismo católico da filha melhor que nada.
Texto alemão: http://www.kirchenzeitung-aachen.de
Zoff wegen der Taufe 62. Jahrgang Nr. 33, Seite 8f. |
Pedro von Werden, SJ
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