CRISTÃOS E JUDEUS | |
Sarando fendas entre religiõesRábi Raymond AppleQue ocasião colorida — auspícios impressionantes! O simbolismo de encontro religioso juntos não será perdido no público em geral, que tende a culpar religião por todos os males do mundo contemporâneo. Mantendo na mente que, na Austrália a pessoa ordinária é John Citizen [João Cidadão] e que no Judaísmo há um falar: "Sai para fora e vê o que o povo faz!" (Berahôt 45a), vamos, pelo menos nacionalmente, ir para fora e o que John Citizen tem a dizer sobre as assembléias inter-fés. Suspeito que cada John (e Joane [Joana}) Citizen fará o mesmo comentário: "Porque religiões brigam quando têm tanto em comum? O mundo não se acalmaria se as religões pudessem se unir e viver em paz?" João Cidadão e Joana Cidadã o apontaram, mas não é tão fácil. Comunalidades religiosas têm limitações decididas. Considera somente a assim chamada "tradição judaica-cristã" ou o seu outro nome, a "ética judaica-cristã", nenhuma dessas compete à realidade. Se realmente houvesse uma tradição judaica-cristã, estaríamos basicamente os mesmos — quase clones um do outro — com somente bagagem cultural para nos separar. Mas isso não é como corre. Judaísmo e Cristandade têm origem comum nas Escrituras Hebraicas, mas lêem os textos bem diferentemente. Crêem em Deus, mas O vêem e a Sua natureza por lentes diferentes. Têm uma história, mas ela é duas histórias, um conceito de pessoa humana, mas é dois conceitos. São religiões éticas, mas as suas éticas, como Ahad HaAm o apontou, são longamente distantes em ênfase. Para a Cristandade, Jesus é crucial (em cada sentido da palavra): em Judaísmo, embora um judeu, não figura. A Cristandade, como Leo Baeck o argüiu, prefere "a declaração finita" de dogma: o Judaísmo, "o processo interminável de pensar". Judaísmo e Cristandade ambos põem reivindicação à verdade, mas a versões rivais da verdade. E ainda não começamos a olhar para além de Judaísmo e Cristandade. A pergunta precisa ser feita outra vez em relação ao Islame. Se voltarmos às fés não-teístas, não-monoteístas, chegará ser cada vez mais complexa. Há muitos comunalidades, mas tantas diferenças. Arthur A. Cohen argúi em "O Mito da Tradição Judaica-Cristã" que haja, não só nenhuma de fraternidade religiosa, mas sim a tradição de inimizade teológica. A assim chamada tradição judaica-cristã é, contende, um mito produzido pela culpa cristã e a neurastenia judaica de obscurecer o fato básico de que os cristãos e judeus, na medida em que são seriamente cristãos e seriamente judeus, são inimigos teológicos. O seu pessimismo, possivelmente, não é a palavra última, agora que vivemos na mesma rua, como amigos e vizinhos, que às vezes gritam, mas estão em termos de falar mais que jamais antes. Mas é isso que Cohen chama "a reconciliação de contradição, a dissolução de paradoxo"? Não é pura cortesia, propriedade e corretidão política (não que essas são necessariamente para serem deploradas)? Tendo chegado a sermos parceiros no diálogo, paramos de ser inimigos? Ou estamos para continuarmos as palavras de Cohen "instituições inundadas fazedoras de causa comum perante um mundo que as considera como desesperadamente irrelevantes e sem sentido"? Joseph B. Soloveitchik fala, não muito de inimigos, mas sim de estranhos. O seu ensaio titulado de "Confrontações" argúi que as nossas diferenças surgem de tensões existenciais dentro da condição humana. Como homem e mulher se amam um a outro ternamente, mas em alguns modos serão sempre estranhos, assim o é com judeu e cristão. Mesmo quando em termos amigáveis, nunca vão entender completamente o que se processa na cabeça do outro. Martin Buber, dirigindo-se à natureza das duas fés, vê um golfo como dividindo o que os judeus pensam que o cristão está impossivelmente crendo o que é inconcebível, e que o cristão vê como o judeu incrivelmente obstinado não pode ver a verdade. Soloveitchik nos lembra de que todas as fés tenham um interesse mútuo e possam ser irmãs no se dirigir a problemas sociais e éticos, mas no nível teológico somos estranhos antes de irmãos. "O grande encontro entre Deus e a pessoa humana é acontecimento inteiramente pessoal, incompreensível ao estranho." Deus irrompe na vida do judeu de um modo — na Cristandade num modo diferente. Se isso é por causa de história, aquela história está agora inexoravelmente definidora, assim inescapavelmente distinguidora, que é totalmente impossível tirar um sobretudo teológico e vestir outro. A diferença não é o sobretudo mas o coração, a alma e a personalidade. E a diferença jaz, não meramente entre dois indivíduos como humanos, mas sim entre dois tipos humanos, o tipo judaico e o tipo cristão. Leo Baeck reconhece que cada religião encara questões análogas, mas nem as questões nem as tentativas de respondê-las são análogas. Cada religião, insiste, criou as suas próprias características. Não é que justamente indivíduos religiosos que são diferentes, mas sim as suas religiões. Põe uma dicotomia entre religião "clássica" e "romântica". Religião "romântica" vive num mundo de sentimentos: "o seu mundo é o reino em que todas as regras são suspensas". Religião "clássica" focaliza em "realidade com o seu mandamento e a seriedade profunda das tarefas da nossa vida". Baeck pode ser incorreto tanto à Cristandade, a religião "romântica", e ao Judaísmo, a "clássica", mas a sua vista geral é válida, de que cada religião é do seu gênero. A análise de Soloveitchik é de dois tipos de personalidade religiosa, "homo religioso" e "homo halahico". O resultado é que as fendas estão, não simplesmente entre a idéia judaica e a idéia cristã, mas sim entre dois tipos distintos de aproximação religiosa. A distinção de Buber está entre, de um lado, a religião que restringe ou "congela" Deus numa posição única e, de outro lado, uma onde Deus é Deus de momento, uma Presença à que se pode somente dirigir, mas que não pode ser expressa, aprendida, compreendida. Qual está certa, ou mais certa? O julgamento é de Deus. A nossa tarefa é, não depreciar, demonizar, deslegitimar ou diminuir os outros, não danar os outros ou o descrente como heréticos ou malévolos, mas sim reconhecer o seu direito de serem eles mesmos. "Num diálogo genuíno", Buber disse, "cada um dos parceiros, mesmo quando estando em oposição ao outro, acautela, afirma e confirma o oponente como um outro existente". O assunto não é aonde cada um irá quando morreram, mas o que farão para o mundo enquanto estão vivos. Abraham Joshua Heschel disse, quando perguntado "Mas o que sobre a salvação da sua alma?" não entendia a questão. Para ele, o assunto real era não a sua alma ou a sua pós-vida, mas sim a sua tarefa: "Qual mitsváh [mandamento] posso fazer como a próxima?" Nós que somos judeus temos todos enfrentados aqueles momentos acusatórios quando alguém disse: "Vais finalizar no inferno!" A minha resposta própria nunca variou. Sempre respondi: "Inferno? Nós judeus foromos para inferno — na terra — e voltamos. Pomos a nossa ênfase na vida nesse mundo: o mundo por vir é departamento de Deus." Isso pode dar para João Cidadão, mas talvez não. Impaciente com o monte de nós, possa preferir saber porque não jogamos toda a nossa teologia no ferro velho e continuamos com fazer o mundo inteiro: "Porque precisais a vossa própria religião particular?" mas "Para que religião em geral?" Nos últimos dois séculos, a religião tinha um tempo duro. Há um conto judaico sobre a classe que tinha de escrever um ensaio intitulado "O elefante e a questão judaica". Como todo o humor judaico, a história está tanto séria quanto cômica. Cômica, porque que conexão possa haver entre um elefante terrestre e um povo augusto? Séria, porque judeus e o Judaísmo não impingem em qualquer aspecto da civilização humana? É que realmente tentei formular uma análise acadêmica de A Questão Elefante e Judaica (sei que alguém que conhece desenvolveu uma linha de raciocinar sobre Alho e a Questão Judaica). Os resultados de cada exercício são dificilmente relevantes, mas o que é importante é a significância da cópula "e". Alguns pensadores modernos (Hermann Cohen, Franz Rosenzweig, Martin Buber e outros) enfatizam que falar de "Deus", "pessoa humana", "mundo" como entidades distintas, independentes, não está tão produtivo como examinar as conexões — "Deus e pessoa humana", "pessoa humana e o mundo", "eu e tu". Os sábios rabínicos notaram coisa semelhante quando, muito antes, viam que a letra no meio nos Cinco Livros de Moisés (Lv 11,42) é vav, o que significa "e", juntando as duas metades do texto da Toráh. Séculos recentes usaram constantemente o "e" em relação à religião. Medindo religião contra uma folha de outras disciplinas (religião e humanismo, religião e secularismo, materialismo, modernidade, ciência, história, nacionalismo, política, econômica, comunismo, esporte e especialmente religião e não-religião). Religião estava constantemente tentada na balança e encontrou espera. A gente podia mostrar como em cada caso o desafio à religião era insustentável. Permiti-me, no entanto, para me limitar, por razões de tempo, ao conflito ciência/religião suposto. Provavelmente, a primeira descoberta científica na história seguiu a promissão bíblica: "Tanto quanto a terra durar, tempo de semear e colheita, frio e calor, verão e inverno, dia e noite não pararão" (Gn 8,22). Quando a pessoa humana primitiva viu que essas palavras convidavam a assessamento empírico, isso era a primeira instância de análise e estudo científicos. Capacitava as pessoas humanas a discernirem padrões em tempo, padrões em espaço e padrões em qualquer coisa, chegando a ser a fundação de todo desenvolvimento científico. Sendo isso assim, para dizer o último, que desde 400 anos houve uma fala sobre conflito entre religião e ciência porque, sem religião, ciência seria impensável. Só porque religião posiciona e garante a existência de desígnio, ordem e padrão, ciência pode esperar ou ousar formular hipóteses e as examinar. Maimônides, cientista bem como rábi, declarou que, porque Deus é único, o universo é único, porque o universo é único, Deus é único. Não é para admirar que o poeta Edward Young disse no século 18: "Um astrônomo não devoto está louco". Reconheça isso ou não, o cientista tem de ser inevitavelmente uma pessoa religiosa no sentido mais profundo. Alfred North Whitehead disse que a confidência da ciência na inteligibilidade do mundo vem da insistência na racionalidade de Deus. Quando ciência for preparada para ser honesta, está cheia de admiração pela criação; quando for realista, admite também a sua tentatividade — hipóteses nunca são a palavra última, e só em religião a pessoa humana encontrou sempre a palavra última bem como a primeira. Aqueles que tombaram derrubaram religião, venerando a ciência — com os seus templos próprios, seus santos, seus sacerdotes, seus mistérios e rituais, até a sua linguagem sagrada — estão mais inclinados nesses dias para vê-lo como bem que falhou quando chegou a ser seguro demais de si mesmo. Como é estranho que João Cidadão está tão por trás dos tempos, mantendo ainda vistas que aqueles do agora já descartaram! O professor de Havard Theodore William Dwight tristemente escreveu faz quase um século que justamente, quando cientistas rejeitaram uma teoria, "as massas ignorantes, meio-educadas adquiriram a idéia que está sendo aceita como fato fundamental". Análises semelhantes seriam possíveis se o tempo o permitisse, em relação a muitos outros desafios à veracidade e credibilidade de religião. Seja qual o desafio que a mensagem parece ter sido, "Deus, não existes, mas posso ainda manejar sem Ti", ou, como reportado de Nietzsche, "Se for ter para haver um Deus, não suportaria que não fosse eu ". Religião era posta de lado como terminada, esgotada, extinta, acabada e remota. Não havia nada tão passado e irrelevante. Então veio o Holocausto. Como Martin Buber o pôs, era um evento que afetou a natureza do ser inteira. A pessoa humana sem Deus levou a civilização aos seus joelhos. O poeta austríaco Franz Grillparzer dissera que "A pessoa humana se moveu do humanismo ao nacionalismo, de nacionalismo ao barbarismo". A pessoa humana não tinha mais fé suficiente em Deus para superar as forças do mal. Aqueles que é que retiveram um resíduo de fé bateram os sinos do santuário nos interesses de auto-preservação. Isso podia manter os demônios de quebrarem as janelas da igreja com o fizeram com as sinagogas. Era também anti-semitismo teológico: as vítimas eram largamente judeus, e os judeus mereciam a sua punição. Quem pensava em que Jesus, em cujo nome reivindicavam agir, era mesmo judeu, e no permitir a destruição do povo dele, estava destruindo a sua própria Cristandade? Poderia religião de espécie mais alta e nobre ter salvada a situação? Quem sabe? Mas teria, pelo menos, salvada a sua alma. Duas gerações plenas, religião está de volta no palco, mas não aquela espécie mais alta e nobre de religião. Não é aquela espécie de religião que o ensaísta e poeta Arthur Christopher Benson chama de "o poder, seja o que for, que faz a pessoa humana escolher o que é dura antes daquilo que é fácil, o que é sublime e nobre antes daquilo que é medíocre e autista; que põe coragem em corações meigos e alegria em espíritos nublados; que consola pessoas em aflição, infortúnio e desapontamento, que as faz alegremente aceitarem a farda pesada, que, em uma palavra, livra a pessoa fora do domínio das coisas materiais, pondo seus pés numa região mais pura e simples". O tipo de religião que está na agenda de hoje é feroz e fanático, alisando-te se pedires suavemente para diferir. É agressivo e triunfante, inclinado à dominação do mundo. Não, dir-me-ás: essa não é a religião única, mas essa é certamente o fanfarrão no bloco. Não é Cristandade, mas Cristandade entrou numa fase pós-cristã que carece duma resposta criativa, dinâmica aos desafios complicados da era. Nem é Judaísmo, mas a força do Judaísmo nesses dias tende olhar para dentro, sendo raramente trazida para se relacionar com problemas globais. A Cristandade timoratamente monta as suas missões aos judeus e aos países do terceiro mundo, mas reconhece que os seus esforços não encontrarão muito sucesso. O Judaísmo está suspeito de cristãos depois de séculos de perseguição, sendo freqüentemente conversando com Cristandade na praça de mercado de idéias. Ambas as fés estão doentes em conforto de em conversação com o Islame, e o Islame corresponde: todos os três se sentem assediados. No oeste em particular, há um paradoxo: menos aderência a instituições religiosas, mas mais piedade e espiritualidade pessoais genuínas. Há muitas pessoas religiosas, mas têm pouco tempo para o barulho de pompa e cerimônias religiosas. São mais interessadas em corações e mentes e menos em sinos e cheiros. Estão também mais concernidas com piedade que política, porque esta mancha religião a ser envolvida em domínio público. Organizações corajosas com os Conselhos de Cristãos e Judeus em muitas partes do mundo reconhecem muitos desses problemas e tentam encorajar uma combinação ou religiosidade e engajamento críveis com o mundo, mas são, pelo menos por enquanto, limitadas demais em escopo, carecendo demais de músculo espiritual, polidas demais e gentis demais para fazer uma diferença real. Têm bate-papos e chás juntos, mas os momentos agradáveis têm pouco impacto no mundo. Passam resoluções mas alcançam pouca influência em qualquer lugar. Assim, o que é que o cidadão vê? Não muito para impressioná-lo. Religião está nas notícias, nem doce nem amante, não a voz ainda que pequena. É uma face inaceitável de religião, religião que manda as ondas irem de volta, religiões que tentam gritar para mandar fora uma a outra. As pessoas espirituais são nem visíveis nem audíveis, muitas preferem permanecer assim, sabendo que, em vez de lutar a luta impossível, têm de fazer o bastante para agir sobre as suas almas próprias. João Cidadão vê episódios eloqüentes como a minha chegada no aeroporto de Belfast faz muitos anos usando o meu chapéu. Pedido para remover o chapéu, tenho um kippah em baixo "Para que serve a brincadeira?" chegou a ser perguntado. "É uma capa de caveira", respondo, "sou um judeu!" "Um judeu? Que espécie de judeu — um judeu protestante ou um judeu católico?" Entendi isso como ilustração de religião como fonte de violência e fricção, mas também sugere outra interpretação à qual voltarei. Mas deixai-me fazer a pergunta de como é que religiões são rivais? Concordam que é uma coisa tal como verdade, mas consideram a si mesmas como as únicas possuidoras. As reivindicações de "verdade" são monopolistas e mutuamente exclusivas, se cada religião estiver certa sobre ter a verdade, então ninguém poderá dar caminho e a rivalidade vai e precisa continuar. Jonathan Sacks encontrou-se em dificuldade faz uns poucos anos com o livro chamado "A Dignidade da Diferença: Como Evitar a Colisão das Civilizações " (A frase "a colisão de civilizações" [the clash of civilisations], é do cientista político P. Huntington argüindo que identidades culturais e religiosas são crescentemente a nossa fonte principal de conflito.) A tese de Sacks de que haja verdade em outras religiões e não justamente no Judaísmo levou a outros rábis a acusá-lo de heresia gritante. Como um judeu não pode ver, os críticos demandavam, que é o Judaísmo qual é a verdade? Esse é o ponto principal das acusações que Sacks encarava. Uma nova edição do livro acalmou as coisas quando mitigou a sua linguagem falando de sabedoria em outras religiões. Esse é um caminho de reduzir o problema, mas na faz o ponto da disputa ir embora. Ou a minha religião é verdadeira, ou não há razão para mim de aderir nela. Se a minha verdade não estiver consoante com a tua verdade, temos paralisação teológica completa. No momento que argüimos, pelo menos hipoteticamente, que todas as religiões sejam igualmente verdadeiras, encontramo-nos falando em ilógicas. Se preto for azul e azul for preto, então cor pára de fazer sentido. Se maçãs forem laranjas e laranjas forem maçãs, então fruta precisará ser re-definida. Se fosse para recorrer outra vez a humor judaico, contar-vos-ia que há inúmeras piadas de "rábi". Mas há piadas de "clero" em outras religiões. Significa isso que todos os clérigos são os mesmos, e uma história sobre um rábi possa justamente também ser contada sobre um padre? Só quando os dois estiverem inalteráveis, mas cada título tiver conotações distintas tais que não podes contar histórias de "rábi" sobre mesas de comunhão ou histórias "padre" sobre facas de leite-e-carne. O nosso tópico é "Curar Fendas Entre Religiões". A conclusão inevitável é que, porque é a natureza de religiões reivindicarem que têm a verdade, as fendas não podem ser curadas. Um escândalo? Provavelmente, mas é fato. O efeito em Judaísmo e Cristandade, as duas fés monoteístas com o mais longo encontro contínuo — chama-o, se preferir, confrontação ou colisão cabeça à cabeça — levou Hans Urs von Balthasar a dizer: "A Igreja e a sinagoga estão misteriosamente e indissoluvelmente ligadas pela história da civilização Possam ter virado as costas uma á outra mas estão ligadas costas a costas pois o povo de Deus, antigo e novo junto, é um escândalo singular, indivisível." Deixai a um lado, por um momento, a frase "antigo e novo junto" com as suas implicações insultantes pré-vaticânicas — e vamos perguntar como, se jamais, o escândalo possa ser evitado ou removido. Um sonho cristão histórico é que os judeus vão ver a Cristandade como a complementação do Judaísmo, mas os judeus nunca poderiam contemplar uma minação e abandono tão totais da sua identidade tão antiga. O filósofo Franz Rosenzweig advoga paralelismo de opostos, quando posicionou o que é equivalente a Judaísmo como a complementação da Cristandade (judeus, já estão asseverados a Deus, cristãos vão ser asseverados eventualmente), mas cristãos provavelmente não vão considerar isso seriamente demais. Assim estamos outra vez de volta a duas reivindicações de verdade, das quais nem a uma nem a outra vai recuar. Daí, se formos honestos e lógicos no nosso pensar, não teremos escolha além de que as fendas que ficarão até o fim do tempo histórico, que portanto haja limites teóricos à possibilidade de diálogo inter-religioso. Alguns pensadores, de fato, advertem contra até tentar entrar em diálogo em geral. Há razões práticas: temos de nos sentir dispostos, temos de ser dispostos para confiar no parceiro de diálogo, não podemos restringir o diálogo a duas ou até três religiões e, de fato, à religião como um todo, quando tantas outras filosofias clamam pela participação ou dominação no mercado; temos agendas internas urgentes que fazem diálogo um luxo (o Bubavitcher Rebbi, por exemplo, urgiu judeus a focalizarem na fé interior, não inter-fé). Temos obrigações ao nosso passado as quais, do ponto de vista judaico, o rábi Soloveitchik expressou nestas palavras: "Certamente não fomos autorizados pala nossa história, santificada pelo martírio de milhões para negociar favores que pertencem a matérias fundamentais de fé". A política apropriada, acrescentou, era "cometimento incondicional ao nosso Deus, um senso de dignidade, orgulho e alegria interna em ser o que somos, crendo com paixão grande na fidelidade última das nossas vistas". Sim, há um obstáculo ao progresso no dar caminho sério, significante que é possível entre as identidades imóveis de forças da fé única, distintiva, que por vezes usam as mesmas palavras, mas falam linguagens diferentes. Travers Herford, o grande cientista unitário de tanto Judaísmo quanto Cristandade, escreveu: "Judaísmo e Cristandade nunca possam misturar sem capitular por um ou o outro dos seus princípios fundamentais." Mas é isso o sentido de "sarar"? Não significa vincular realmente capitular, comunalidade plena, uma única doutrina, fundir, chegar a ser casado e viver alegremente sempre depois? A vida não funciona desse jeito, especialmente quando o que nos separa for consciência profunda, íntima, privada. Se for isso que sarar significa, não acontecerá neste lado da redenção messiânica. Mas uma espécie diferente é tanto possível como necessária. Somado na bênção Baruk Attah, Meshanneh Habriot — "Bendito sois, Oh Senhor, que faz as Suas criaturas diferentes", é um sarar que toma a forma de celebrar cada outro como nós somos, criados pelo vontade Divina com todas as nossas doutrinas, idéias e cometimentos variados. Muito bonito, muito nobre, mas como isso possa ser enquadrado com as demandas rigorosas de verdade? Resposta está sendo sugerida pelo cientista anglo-judaico Claude G. Montefiore no primeiro ensaio numa obra que foi publicada faz um século, mas ainda altamente estimuladora, "Verdade em Religião". Citando o livro apócrifo de Esdras (4,41): "Grande é verdade, e severa sobre todas as coisas", refere-se à natureza de verdade. Não como o "O quê é verdade? Pilatos disse brincando" de "Sobre Verdade" de Francis Bacon; "Pilatos brincando não estaria para uma resposta". Montefiore não está brincando, nem prefere escapar do problema. "Verdade", diz, "está no ponto de encontro do mundo moral e o mundo intelectual, participando do caráter de ambos". Se a verdade da qual falamos quando não vemos caminho nenhum de sarar as fendas for verdade intelectual, será o bloqueio de força irresistível encontrando objeto imóvel. Se for verdade moral, poderá haver espaço para compromisso como iríamos argüir num momento. Mas como ambas as coisas possam ser válidas — verdade intelectual que não pode recuar, e verdade moral que permite pragmatismo? Qual verdade é mais verdade? Resposta: ambas das duas. Como ambas possam ser verdadeiras, perguntas? Isso também é verdade. Mas lembra-te que religião tem uma série de daquilo que possa ser chamado de paradoxos necessários: no único e mesmo tempo um Deus imanente e um Deus transcendente; uma doutrina da grandeza da pessoa humana e um da pequenez dela; uma crença na vontade livre e uma crença no determinismo; e assim em diante. Polaridades que conflitam — mas de algum jeito manejam viver junto. Isso significa que a fenda fica, mas o rancor diminui. Verdade intelectual, uma vez revelada ou alcançada, está sendo firme e imóvel, não ligada a tempo ou lugar. É construção arquitetal. Verdade moral não está rarefeita ou teórica, lida com situações. Posições e situações não são idênticas. Verdade moral é tarefa, não posição: não estática, mas dinâmica. Verdade intelectual é calçada logicamente necessária: verdade moral é desafio pragmático. Verdade intelectual tende ser, em palavras de Leo Baeck, "declarações acabadas"; embora verdade moral seja princípios eternos como paz , justiça e compaixão, aplica-os em tampos e situações mudantes. Temos ênfases variantes em termos de verdade moral — mas também uma fila de respostas que intersectam ou não. Está aqui que sarar vem ao seu próprio. Diz: "Vamos celebrar o nosso espetro de entendimentos, fazendo-os uma oferta de serviço da nossa sociedade ou civilização." Que entendimentos? Não construções teológicas ou abstratas, mas referências e prioridades. Como o nosso líder professor John T. Pawlikowski o põe: "Uma referência com maiores assuntos do mundo social como fome, energia e beligerância chegando a nos atracar com a crise social corrente agindo juntos para formar os valores públicos e privados dessa sociedade nova que está sendo nascendo no nosso meio." Teremos bastante água, bastantes recursos, dinheiro, saúde, educação e oportunidade para manter a humanidade viva? Estaremos capazes a conter assuntos explosivos? (Uso a palavra "explosiva" bem deliberadamente!) O que faremos sobre racismo, refugiados e radicalismo? Valorizaremos e falar alto para qualquer ser humano, homem, mulher ou criança, qualquer que seja a sua cor, credo, política ou preferências — sexuais ou outras? Certamente, diferenças imóveis em teologia recuam para dentro de assuntos acadêmicos quando temos uma tarefa humana importante a compartilhar, uma tarefa a nos alegrar e engajar. As nossas respostas não serão idênticas, ma no juntar-nos no debate seremos unidos na motivação — a crença compartilhada de que a pessoa humana global esteja bastante capaz e bastante valorizada de redenção, que religião possa abraçar a tarefa dada por Deus quando seja como for considerada, como for entendida, para "construir uma casa para o Meu Nome" (2Cr 6,8). Para suceder isso, precisamos o que possa ser chamado uma ética de diferença. Faz 45 anos, o livro de Robert Gordis "The Root and the Branch: Judaism e a Free Society" [A Raiz e o Galho: Judaísmo e a Sociedade Livre], atacou isso numa série do que chamou de "regras de solo". Emprestei e adaptei o seu material para um papel publicado pelo CCJ britânico sob o título "As Oportunidades e Limitações do Diálogo". Muito ficou o mesmo, desde então, mas tão muito se alterou. Daí, deixai-me oferecer a ética revisada seguinte de diferença que deve a sua metodologia a Gordis, mas está mais diretamente relevante ao nosso tempo próprio. Chama-a pragmatismo aplicado em cinco seções: pessoal, colaborativa, acadêmica, teológica, atitudinal. Pessoal: Nunca vamos entender e compartilhar completamente a essência inteira e profundeza da verdade intelectual e personalidade espiritual de outro, mas podemos chegar a ser bons amigos, bons vizinhos, parte das vidas de um e outro e famílias. A minha família e eu tivemos esse privilégio uma vez e mais e mais uma outra vez, e isso enriquecia as nossas vidas. Colaborativa: Raramente estaremos capazes, por causa dos nossos cometimentos de fé variantes, de orar juntos, mas podemos venerar juntos num sentido diferente trabalhando uns com os outros, trazendo verdade moral ao serviço da nossa sociedade e civilização, estando em todas as vezes e em todas as circunstâncias para dignidade humana e a supremacia de justiça, paz e compaixão. Como participante de longo tempo nesse tipo de esforço, alegro-me no meu lote, mas como muito mais longe temos de ir! Acadêmico: entrar-nos-emos fascinados pelas matérias e interpretações de fonte de cada outro. O fundador da disciplina de religião comparativa, o orientalista alemão Max Muller, possa ter estado bem certo na sua contenção de que aquele que entender somente a sua religião própria realmente não entende nenhuma. No entanto, não podemos nem queremos a nossa falta de fundamentação interna na outra fé ou nas outras fés, mas podemos estudar e conversar juntos, aprender a ser honestos aos textos, corrigir erros de longa consistência, delir o dogmatismo que vem da ignorância e do medo, endossando a palavra rabínica de que "a pessoa ignorante não pode ser piedosa". Para ser outra vez pessoal, encontro constantemente o aspecto acadêmico do nosso diálogo um estímulo imenso. Teológica: Respeitaremos a dignidade da fé de um e de outro e a legitimidade da consciência de um e de outro, mas coração e mente saberão que há reinos privados que precisamos reter de entrar. Bertrand Russell quebrou pela barreira com Joseph Conrad, "uma experiência", escreveu, "desigual a qualquer outra, conheci. Olhamos nos olhos um do outro, meio assustados e meio intoxicados para nos encontrar juntos numa região tal ´O rábi Soloveitchik, no entanto, adverte contra entrar em tais reinos (teria enfatizado a história talmúdica sobre o perigo de "entrar no jardim"); experiências de fé, ele nos lembra, não podem ser compartilhadas, mas são ultimamente profundas, carismáticas, privadas e inacessíveis para forasteiros. Esse princípio moldou muito da aproximação rabínica ao pensar de diálogo. Atitudinal: Asseveramos solenemente que não tentaremos qualquer uma forma de proselitizar, denegrir, vitimar ou atacar um ao outro, mas viver em respeito mútuo — a despeito e, de fato, por razão das nossas diferenças. Ficaremos verdadeiros a nossas identidades, cometimentos e consciências respectivos, ecoando o professor haçídico que disse: "Eu sou eu porque tu és tu. Se eu não for eu, então tu não serás tu; se tu não fores tu, então eu não serei eu". A cultura de cortesia é o mais seguro teste do nosso contato de sarar. Diminuirá a dor da separação. Pode certamente nos assistir para diminuir o perigo de terrorismo inspirado por religião, onde crentes apontam a si mesmos como policiais de Deus e atacam membros de outras fés com a mordida da sua bala e a rajada da sua bomba. Mas mesmo isso não é o fim da nossa história. O que Samuel Huntington chamou a colisão de civilizações acontece entre civilizações, mas também dentro civilização. As fendas não são somente externas, entre uma religião e outra. São também internas. Todos nós parecemos ter muitos extremos e pouco solo meio. Onde uma vez as nossas comunidades se parecem com charutos como pouco em cada fim e a massa no meio, agora a nossa forma assemelha-se a halteres, finos no centro e massivos nos extremos. Temos problemas como os referentes à legitimidade de membros de outros grupos dentro das nossas comunidades de fé. A minha experiência no aeroporto de Belfast volta para dentro da conversa nesse ponto. Não pode haver um judeu protestante ou um judeu católico, mas pode haver um cristão protestante e um cristão católico. Qual é o cristão real — o cristão católico, o cristão protestante ou algum diferente de um e do outro? Qual é o judeu real — o judeu ortodoxo (e de que tonalidade de ortodoxia?), o judeu progressivo (e como progressivo?), o judeu secular (mesmo embora o crente pense que Judaísmo secular seja um oximoro)? Qual é moslim real — o sunita, o shiita ou alguma expressão alternativa do Islame? Ainda mais importante, qual das atitudes de ordem internas encontradas em cada grupo poderia e pode chegar a ser a norma num mundo modernista — aquela que abraça modernidade, aquela que a rejeita, aquela que tenta uma síntese? Cada religião tem as suas frações de falta, seus modernistas e anarquistas: o um grupo que procura acomodação com o mundo contemporâneo, o outro preferindo a recriar o passado. Isso não é idêntico com a divisão entre aquilo que no Judaísmo tende ser chamar de ortodoxia e reforma, desde que não cada ortodoxo está inconfortável com a modernidade, e não cada da reforma endossa qualquer capricho modernista. Então há debates sobre a pompa e parafernália de religião. Alguns grupos gozem de uma arquitetura rica, ornato ritual, vestidos esplêndidos e procissões coloridas; outros preferem simplicidade não ajudada por aquilo que consideram como bugiganga e saturnal. Nos seus programas, religões parecem ter dicotomia outra. Eticamente, o conflito está entre terra e céu: as regras são o resultado de pragmatismo e expediência humanos, ou dadas de cima (Louis Jacobs pergunta se as regras são boas porque são Divinas, ou Divinas porque são boas?) Pastoralmente, a divisão está entre aquilo que ganha amigos e influencia pessoas e aquilo que arisca aliená-las, enquanto insistindo que isso que o modo tradicional requer. O debate intra-fé, por vezes, chega a ser muito feroz, com acusações e contra-acusações sendo lançadas de lado a lado e alguns grupos querendo que pôr heréticos nos troncos ou queima-los no poste esteja disponível. A nossa questão de sarar findas aplica-se, então, não só entre religião e outras filosofias, entre uma religião e outra, mas também dentro de religiões. Aqui, a noção de que a fenda esteja incapaz de sarar está menos provável de ser a conclusão única que possa ser tirada. Apesar das diferenças que dividem um grupo interno dum outro, eles todos provavelmente compartilham de fidelidade suficiente a uma norma além de tudo de que poderiam bem encontrar que a sua conversa vá permitir algum dar caminho e modo de viver razoável. Posso citar a mim mesmo? Por vezes, quando havia diferenças entre segmentos da comunidade ortodoxa judaica neste país, usei lembrar todos os lados que todos eles estivessem para o mesmo Shulhan Aruk [mesa posta], o código de conduta baseado na Toráh. Aqui também precisamos duma ética de diferença. Desta vez também proponho uma ética de cinco pontos contra uma série de manchetes e então uma pequena elaboração de cada — Identidade, Honestidade, Estudo, Cortesia e Credibilidade. Mais uma vez é isso um plano para pragmatismo aplicado. Identidade: pode ser que nem sempre concordamos, mas fazemos parte um do outro, honrando compartilhar herança que tem uma série de interpretações. Honestidade: Cada um de nos respeita o ponto de vista do outro, aceitando que todos temos consciência e cometimento à nossa herança. Estudo: sentaremos juntos para estudar a nossa herança e descobrir as suas nuanças e como ela tratou diferenças no passado. Cortesia: manteremos a conversa, o discurso e o debate num nível civilizado, cortês, nunca indultando com um chamar de nome o denegrir mútuo. Credibilidade: concordaremos quando pudermos, mas discordaremos se a credibilidade na nossa herança o requerer, nesse caso concordaremos em como reconhecer e articular a extensão das visões que expomos. As fendas internas talvez não desaparecerão plenamente. De fato, ter extensão de visões é sinal de vida e vitalidade. Mas a ferocidade interna ocasional terá sido mitigada e sarada pela aplicação de amor e respeito mútuos. Na corrida longa, o Deus que afirmamos, cada um no nosso próprio modo distinto, como fundo e garantidor da verdade última, revelará a resposta. Como o profeta Isaias nos o assevera: "Ele nos ensinará dos Seus modos, e andaremos no Seus caminhos" (Is 2,3). Se tivermos manejado a Sua carga erroneamente, Ele nos admoestará e guiará. Se tivermos amado um ao outro demasiadamente, Ele sorri. Se tivermos amado uns aos outros pouco demais, Ele o entenderá. Voltaire disse, embora não em estas palavras precisas: "Deus perdoará — isso é para o que Ele é". Fé requer que esperemos para as respostas Divinas. Significa isso que tudo tem de ser deixado a Deus? Solomon Schechter usava dizer: "Deixai um pouco a Deus!" Deixar qualquer coisa a Deus, isso é desistência. Deixar nada para Deus, isso é auto-orgulho e arrogância. O conselho de Schechter era : "Déixa um pouco para Deus!". A nossa questão deve ser quanto. Podemos finalmente fazer algumas das obras de Deus para Ele? Como os Seus parceiros? Como os Seus instrumentos? Como os Seus agentes? Não é por causa de que temos um mundo multicultural que essas questões precisam de atenção urgente. É por causa de que tantas ameaças façam a nossa civilização que a nossa geração poderia ser a geração humana última, senão um grupo pequeno em algum lugar mobilizar para a sobrevivência humana. O Talmude de Jerusalém declarou faz séculos: "A geração em que o Templo não for construído é como se o Templo teria sido destruído nele" (Yoma 1:1), Hillel disse: "Se não agora, então quando?" (Avot 1:14). Religião, notória para o seu amor do familiar, possa bem ser tentada a dizer que tudo está duro demais a se retirar para dentro do seu casco, mas aí está o perigo — se permitires uma metáfora misturada — do seu casco chegando a ser um toque de morte. Moisés pleiteou a Deus: "Envia algum outro!" (Ex 4,13). No fim, aceitou, como todos nós o devemos em nossas próprias circunstâncias, que não havia nenhum outro. Quando sarar estiver para ser feito, o sarar não pode ser deixado aos médicos, nós somos os médicos. Os críticos judaicos de estudos universitários permaneceram: "Quando os rábis chegavam a ser doutores, o Judaísmo chegou a ser doente". A situação de hoje não nos permite recorrer a meras palavras boas. Diferentemente ao Cântico dos Cânticos (2,5 etc.), que falou de estar doente de amor, a nossa civilização está doente de ódio e, embora João Cidadão possa acusar a religião de ela a fazer assim, nós pessoas religiosas tem de ser médicos e nos esforçar para trazer um toque de sarar. Começamos com referências à Austrália. Concluiremos como uma: Quando a cidade de Melbourne olhava para um moto, escolheram o seguinte da Eneide (IV 175) de Virgílio: "Vires acquirit eundo" [forças ganhou andando] — Ganhamos força como crescemos. Isso se aplica a todos nós. Se não formos dinâmicos, decaímos, tomamos espaço, chegamos a ser irrelevantes, eventualmente morremos. Se pudermos ajudar a humanidade para sarar as suas fendas onde isso for possível, exercendo a boa vontade para lhes amenizar quando ela não o for, vamos gozar finalmente, nas palavras queridas dos profetas bíblicos, "esperança para o teu fim último". Texto inglês: Healing
Rifts between Religions |